Perdoar e Amar

Estamos atarefados demais para pensar em perdoar e sendo assim é mais fácil atacar, dizer não ou se afastar. É compreensível que as vezes o afastamento é uma maneira de estar longe do considerado “problema” e então temos a oportunidade de rever onde erramos, sim “onde erramos”, pois os erros do outro é do outro, ou então esquecermos definitivamente do “problema”, mas acho uma pena pois a melhor coisa a fazer é resolver.

Se deixamos pendencias para trás… apenas deixamos, pois um dia virá à tona e não importa que seja nessa reencarnação ou em outra, um dia estaremos diante do que “deixamos para lá”, de uma certa maneira é melhor que o “problema” seja resolvido assim que sentir vontade, antes que a ferida se espalhe e então tenhamos que nos preparar para viver outras grandes feridas.

Eu não quero deixar para trás casos mal resolvidos, tento agora me curar de toda dor… é claro que isso não acontece com passe de mágica, mas estar consciente e caminhando para que isso aconteça já é uma cura.

Quero estar com aqueles que antes de reencarnar escolhi ou fui escolhida, mesmo que os relacionamentos sejam complicados demais e sinta vontade de sumir, mas não quero falhar por que sei que também estarei aprendendo, não faz sentido amassar o papel e jogar no lixo para que depois eu tenha que reescrever. A cada reencarnação eu quero continuar e não recomeçar.

Por isso, sinto que o melhor caminho é perdoar e amar… não importa como isso aconteça, se perdoamos ou amamos dentro de nós, se perdoamos ou amamos clamando para todos, perdoar e amar e ponto. Assim estaremos longe de doenças físicas ou espirituais.

A fraternidade começa dentro de casa.
E você já perdoou?

Nanda.

Quando a doença é a cura…

Em algum momento a vida mostrará o que devemos ver ou ignoramos por medo ou preguiça de mudar, mas é fato que a doença trás a cura para alma, pois é a hora que forçadamente paramos para pensar.

Abaixo segue texto resumido que me trouxe ao assunto:

No espiritismo, doença grave pode ser oportunidade de reavaliação de atitudes

Pelo menos para o espiritismo, o câncer é como uma tentativa de reequilíbrio, como se fosse um aviso e um pedido de tempo a quem não soube elaborar as emoções da vida e, em muitos casos, achou que daria conta de tudo Aquilo que parece injustiça é, na realidade, uma oportunidade de fortalecimento para que as dores e os sofrimentos sejam suportados com maior grandeza do espírito. Algumas doenças, como o câncer e os males da infância, que muitas vezes nos fazem duvidar da fé e perguntar o ‘porquê’ de tanto sofrimento para tal paciente, tem também suas explicações. Pelo menos para o espiritismo, o câncer é como uma tentativa de reequilíbrio, como se fosse um aviso e um pedido de tempo a quem não soube elaborar as emoções da vida e, em muitos casos, achou que daria conta de tudo. Uma doença pode ter um significado muito maior do que se imagina. É assim, visto como uma oportunidade de rever e avaliar a vida, que muitos males são interpretados à luz do espiritismo.

E, ao contrário do que se pensa sobre o câncer, mal que, segundo o Instituto Nacional do Câncer, atinge milhares de brasileiros todos os anos, é visto pelo conhecimento espírita, conforme a especialista, como uma tentativa de reequilíbrio. “Quando chega uma nova paciente para o nosso grupo de tratamento, dizemos: lá vem outra mulher maravilha. Geralmente, as mulheres que sofrem de câncer, durante muito tempo de suas vidas, acharam que davam conta de tudo e não conseguiram elaborar as emoções da vida”, diz. Ela exemplifica, contando o caso de uma paciente que se casou com um homem muito difícil de lidar. “Mesmo sabendo isso, ela foi passando a ideia de que dava conta de tudo. Passou por cima de si mesma. Veio o câncer e fez o contrário, colocou o marido para cuidar dela”, conta.

TENSÕES
Muitas vezes na vida, segundo Letícia, vamos vivendo as emoções fortes sem dar nome a elas. “Em vez de colocá-las para fora, vamos guardando-as e deixando-as passar”, diz, lembrando que isso ocorre muito com os homens, que guardaram muita tensão ao longo da vida e não a colocaram para fora, até o câncer lhe chamar a atenção para a vida. “O câncer é um alarme e um convite para rever a vida. E é uma doença que une as famílias. É um retorno à casa do Pai”, define a psicóloga.

LAÇOS
“Pela visão espírita, essa situação vai ter algo mais a oferecer à família, vai dar a essa família elementos de reflexão para que abrace a experiência.” Lenice conta o caso de uma família em que a mãe teve que mudar de cidade em função do filho pequeno doente. “Ela teve que mudar por causa do transplante que ele faria. Não deu certo da primeira vez. O que percebemos no sofrimento de todos eles foi que o laço familiar se estreitou. A cumplicidade dos pais e o empenho da família. Há muitos ensinamentos contidos, que são riquíssimos”, conclui.

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Luciane Evans
Publicação:27/08/2013 11:00Atualização:27/08/2013 10:20
http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2013/08/27/noticia_saudeplena,145125/no-espiritismo-doenca-grave-pode-ser-oportunidade-de-reavaliacao-de-a.shtml

Palestra Nazareno Feitosa – Dia das mães

O teu devotamento contínuo constitui a lição preciosa de perseverança de quem acredita na Vida e no triunfo do Bem Eterno, nunca desistindo de lutar e de doarte.
A tua serenidade, quando tudo parece conspirar contra o êxito daqueles que educas, e a tua certeza de que o amor tudo pode, convertem-se na segurança que se faz indispensável para que a vitória seja alcançada.

As ingratidões dos filhos não te desanimam, as vicissitudes da existência não te desarmonizam, os embates do cotidiano não te enfraquecem, e prossegues a mesma, sofrida, às vezes, perseverando, porém, nos deveres a que te entregas com doação total.

Consideras antes que o teu é o dever de os amar em quaisquer situações em que se encontrem, educando-os sem cessar, amparando-os continuamente e emulando-os ao avanço com os seus próprios pés, mesmo quando tenham as pernas trôpegas e feridos os sentimentos.
Doce mãezinha! Quando as criaturas da Terra dedicam um dia ao teu amor, apenas um entre 364 outros, sinalizando que já estão despertando para o significado do teu apostolado.

Desejamos homenagear-te, envolvendo-te em ternura e em gratidão, pela nobre tarefa que desempenhas e pelas bênçãos que a todos nos concedes.

Amélia Rodrigues (Psicografia de Divaldo Franco)